Final da viagem à Tailândia 10/06/2011

=15 dias fora de casa=
Esta foi a primeira vez que fiquei tantos dias fora de casa e mesmo
fazendo contato com a familia todos os dias via internet, sempre batia
uma grande saudade. Você deve ter percebido umas postagens onde eu
menciono amor à familia e algumas fotos. Isso tudo para dar conforto e
esperança para quem estava longe. Muitas vezes nós colocamos nossas
opiniões em tudo publicamente, mas não o fazemos para expressar os
sentimentos. Minha esposa, apesar de não concordar totalmente devido o
longo tempo em viagem, ajudou muito, cuidando das malas, roupas e
segurando a barra em casa com as crianças. Por isso que após uma semana
da minha ausência ela recebeu flores e a seis dias do retorno eu
programei postagem regressiva e cheguei antes do dia dos namorados.
Minha família sempre esteve em primeiro lugar e sempre estará, no
entanto, é preciso encontrar espaço para atividades sociais, afinal, foi
trabalhando pela família que os objetivos foram alcançados.


=quem pagou a viagem?=
Minha viagem pela Tailândia chegou ao fim e felizmente correu tudo
conforme os planejamentos. Muitas pessoas trabalharam muito para que
tivesse o sucesso esperado, dando todo suporte necessário. Esta viagem,
como dito em outras ocasiões, foi promovida pela Cia. Nestlé, da qual a
empresa que trabalho é Distribuidora e foi uma das vencedoras para a
Viagem, com direito a enviar 4 pessoas. Fiquei muito feliz em ter o meu
nome lembrado por duas vezes para participar e assim, fazer a viagem com
tudo pago. Foram 15 dias de viagem, dentre todos os anos de promoção
feito pela Cia., esta foi a mais longa. Sinceramente, para quem esta na
viagem e tem uma rotina puxada como foi a nossa, 15 dias passam rápido,
mas para quem fica em casa esperando é quase uma eternidade.
=valeu a pena?=
A viagem sem dúvida valeu cada $ gasto porque eu aproveitei tudo, desde
os passeios de barcos aos jet ski ou parasailing (lá de cima você lembra
dos nomes à quem se ama), sempre obedecendo normas e limites, afinal eu
estava em "casas estranhas" apesar de acolhedoras. Quando eu estou em um
lugar novo, observo as normas e a cultura deles e procuro me adptar ao
ambiente e nunca espero o contrário. Assim funciona e não causa
decepções.


=novos amigos=
Tivemos grandes oportunidades de rever os amigos de todo o Brasil que
trabalham distribuindo produtos Nestlé. Então, acabamos gostando mais de
conversar e discutir novas práticas de trabalho e distribuição.
Lógicamente novos amigos, como o Bruno (que nos forneceu remédios), os
guias da Dul e outros.

Fim e obrigado pela paciência. :)

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Dubai, 09/06/2011, uma parada para descansar

Chegamos em Dubai às 6:00AM, depois de aproximadamente 8h de vôo. Todo o
mundo já sabe que esta é a cidade mais artificial que existe. Tudo é
grandioso e o que é mais visível são as construçães sempre imponentes e
com marcas da cultura Àrabe. Tudos os lugares aqui é mantido por ar
condicionado, onibus, metros, aeroporto, lojas, casas, etc. Ao ar livre,
hoje, tivemos temperatura de 44 graus já sentimos a carganta secar e
doer. Conversando com vendedores das lojas, é possível perceber que
estes, por estarem mais tempo aqui, sofrem de problemas respiratórios,
uns com menor ou maior grau. É uma cidade interessante e cheia de
regras, as leis aqui são rígidas e as punições severas.

Antes de estar aqui eu dizia que Dubai éra o fim do mundo (do ponto de
vista da distância), no entanto, a grande sacada é que não é o fim do
mundo e sim o CENTRO do munto. Portanto, qualquer viagem aos extemos do
planeta tem como ponto central Dubai e a cidade oferece muitas coisas,
como lojas de Ouro que inclusive ostenta o maior relógio de ouro e o
maior shoppingo do mundo, com 33 km e mais de 1300 lojas. Aqui existe
uma cooperativa de mulheres taxistas, com carros com detalhe em rosa e
roupa padronizada, do tipo que deixa visível somente parte do rosto.
Alias, é preciso ter muito cuidado por aqui, alguma atitude que
demonstre algum tipo de assédio, o cidadão passa 15 dias enjaulado. O
mesmo se for pego bebendo substâncias alcoólicas. A cidade toda é muito
limpa, com ruas largas e pavimentação fora do comum, Existem muitas
praças e muito verde, mas um verde amarelado e toda com irrigação
artificial, o que consome, segundo a Guia Turística, 70% da água, esta,
retirada do mar e retirada o sal.

Com gasolina custando somente 0.80 de real, todos os carros são grandes
e com motores beberrões e a energia elétrica, é mantida por termo
elétricas movidas a diesel. Um pequeno tour pela cidade, mostra que está
em crescimento com muitas construções gigantescas. Finalizando, gostei de conhecer Dubai e claro, entender um pouco da
cultura de um lugar tão exótico. Lógicamente ésta é somente minha visão
das coisas mais marcante, não falei inclusive, do maior prédio do mundo
em formato da flor de lotus, quanto visto de cima nem mesmo dos taxis
sobre água (considere consultar a Wikipedia para dados mais exatos) ou
do primeito hotel 7 estrelas do mundo, cuja menor suite, tem 180m.
Coloco algumas fotos para quem aprecia ver coisas novas e amanhã, bem
cedo estamos pegando vôo para São Paulo encontrar com as pessoas que
amamos.

Abraço.

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Bali, Indonésia 06 e 07/06/2011

Nossa viagem esta chegando ao fim. Aqui é tudo programado, com hora
marcada para tudo, apesar que algumas atividades não são obrigatórias.
No final do dia 06, tivemos um tantar com comidas típicas, naturalmente
com muita pimenta e show da tradição Bali. Já no dia 07, foi um jantar
de fechamento da "comitiva" com comida especialmente preparadas para
nosso grupo. Devo mencionar que a cidade é pequena, cerca de 3mil
pessoas na Ilha de Bali. Algumas ruas são pequenas com calçadas
minúsculas. O transito parece ter sua própria ordem, quando não tem, o
motorista buzina. Eu vi familias inteiras em cima de motos: o pai, a mãe
e dois filhos. Motos aqui é o que mais tem. Infelizmente vi crianças
pedindo esmolas também. No jantar do dia 06, foi com roupas típicas, o Sarong. Esta roupa, até
1960, éra a roupa de todo o polo daqui, ou seja, somente o sarong, sem a
parte de cima tanto para os homens, quanto para as mulheres;

Nosso acesso aqui é através da internet do hotel, custa $24 por 24
horas. Mesmo assim, conseguimos falar bastante com nossas famílias no
Brasil. Já mencionei, que as postagens são feitas off-line, por e-mail.

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Saída de Bali, 08/06/2011

Amanhã, dia 08, temos o dia "livre" aqui, para descansar ou conhecer o
comércio local. Malas prontas até 16:00 para o despacho Até Jakarta.

Amanhã nós vamos literalmente atravessar por dois fusos horários, que é
de Bali até Jakarta, com previsão de 1:45'' de vôo. E de Jakarta até
Dubai, 8 horas de vôo. Devemos somar a isso, todas as questões
alfandegárias, emigração, bagagens. Etc. Na prática, já estaremos
voltando para o Brasil. Em dubai, vamos ficar em um hotel por um dia
para recarregar novamente as energias e novamente Vôo até o Brasil.

Bali, Indonésia 06/06/2011

Após uma boa noite de sono, quase 6H, saímos bem cedo para a ilha
Lembongan, também conhecida como Ilha dos Deuses ou ainda Ilha dos mil
templos. Aqui, cada casta constrói um templo. Os Balenezes tem como
religião o hinduísmo apesar de também permitir outras. Percebam nas
fotos que os templos são bonitos e eles também mantem a tradição de ter
uma casinha, ou pequeno templo ao lado da sua casa. Eles " rezam " para
os espiritos e para os deuses aos quais depositam sua crença. Costumam
fazer pequenas oferendas, acender incensos, levar flores e armonia a
estes templos e pequenos templos.

O Barco que nos levou, de batizado " Catamarana ", gasta em torno de 90
minutos para a travessia, apoiado por pequenos barcos na saída e na
chegada. Nossa comitiva agora tem em torno de 90 pessoas, todas
conhecidas e algumas novas amizades, já que aqui temos distribuidores de
todo (ou quase) o Brasil. Algumas pessoas que aparecem nas fotos,
permitiram isso.

O mar daqui é impressionante, com ondas calmas e um azul " anil " que
dói aos olhos. O Catamarana desliza sobre as águas com suas velas
infladas e a meio motor. Vencido o tempo da travessia, chegamos à Ilha
Lembongan, quase como uma descoberta de um mundo novo, coisas que
surpreendem nossos olhos. A música que nos recebeu é da tradição local,
que remete ao passado e carrega toda a cultura mítica que alegra nosso
coração.

Em uma pequena praça da ilha observamos as crianças preparadas para
pegar o barco para ir à escola. Estes, estudam Inglês, Espanhol além de
sua língua mãe. O tempo foi generoso conosco, estamos na estação da seca aqui cujo sol
de 40 graus recomenda cuidado (obrigado Fabiana pelo protetor solar,
bonés e todas as camisetas). A principal cultura da ilha, além da pesca e turismo é a criação de
algas marinhas, muito utilizadas na indústria cosmética e alimentação.
Eu capturei algumas fotos com crianças daqui. Não considere isto como
uma atitude exibicionista. Não resisti aos olhos tristes e melancólicos.
Logo, lembrei dos meus, distantes daqui. Na ilha, como em toda a Bali eu
pude perceber que crianças trabalham em algumas atividades. Talvez
aquelas que vi indo à escola, são de alguma casta que permite isso.

Aqui, existe uma inflação igual à que tinhamos na década de 1970/80 no
Brasil (me perdoem se estiver errado). Trocamos $100 e ficamos com
8200000 (oito milhões e duzentas mil Rupias). Ficamos ricos :) . Um
litro de gasolina, custa 7500 Rupias, ou quase $1, mais barato que um
refrigerante. Qualquer pessoa pode montar uma banquinha e vender
gasolina e andando pela cidade, vemos muitas com dezenas de litros. Dos meus milhôes de pensamentos por hora (você não sabia que tem tantos
assim?) sintetizo aqui:

"A falta de direitos básicos são tristes em qualquer parte do mundo."
"Uma pessoa é o que é em qualquer parte do mundo."
"A saudade vai para qualquer parte do mundo."
"A felicidade está em um lugar conhecido do mundo."

Abraço a todos.

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